Saiba a diferença entre investimentos isentos, tributáveis e aqueles com declaração facultativa

Ao fazer a declaração do Imposto de Renda, o contribuinte deve ficar atento aos tipos de investimento. Ainda que algumas modalidades não incidam em recolhimento de tributo, elas devem ser informadas na prestação de contas entregue anualmente ao Leão. São três os tipos de investimento: isentos, facultativos e tributáveis. Confira mais informações sobre cada um deles: 

Isentos: como o próprio nome indica, este tipo de investimento não gera cobrança de imposto. No entanto, eles devem ser informados à Receita Federal para evitar o risco de parar na malha fina. Muitos contribuintes erram ao considerar que apenas investimentos tributáveis devem ser declarados. A prestação de contas é um meio de justificar ao Fisco o seu patrimônio e os seus rendimentos. 

  • São investimentos isentos: Caderneta de Poupança, Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI). Além disso, investimentos que resultaram em ganho líquido inferior a R$ 20 mil mensais em operações de compra e venda de ações ou de ouro também são isentos de tributação. 

Tributáveis: são aqueles que resultam na cobrança de Imposto de Renda. Vale ressaltar: todos os investimentos devem ser lançados na aba "Bens e Direitos".

  • São investimentos tributáveis: CDB (Certificado de Depósito Bancário),  Debêntures (exceto as incentivadas), LC (Letra de Câmbio), RDB (Recibo de Depósito Bancário) e Tesouro Direto. Considerando as opções em renda variável, são tributáveis: ações, opções, minicontratos, Fundos de Índice (ETF), Fundos Imobiliários (FII’s) e Fundo de Investimento. 
  • Alíquotas: a cobrança de Imposto de Renda considera o prazo de aplicação dos investimentos. Desta forma: até 180 dias - 22,5%; a partir de 181 até 360 dias - 20%; a partir de 361 até 720 dias - 17,5% e acima de 720 dias - 15%. 

Facultativos: a Receita Federal aponta que o contribuinte está desobrigado a informar certos investimentos. Este procedimento, no entanto, leva em consideração o valor aplicado. 

  • São investimentos com declaração facultativa: aplicações e contas bancárias com saldo inferior a R$ 140, bem como ações e quotas cujo valor de aquisição ou constituição seja inferior a R$ 1 mil. 

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